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20:32

                


E não é coisa do outro mundo: Querer inventar uma verdade, querer uma verdade inventada, por mim, não por outros. Um tipo de auto-verdade que seja feita de caprichos, sonhos e idealizações minhas para que dentro de mim eu possa sonhar tudo que me permito, que me cabe, sem restrições de outros e muito menos espaços fechados por paradigmas – Sim, quero poder quebrá-los, poder ter em mim, ter aqui todos os sonhos do mundo. Não é de utopia que falo, mas de invenção, de verdade muitas vezes icógnitas por aí, quebrando cabeças e deprimindo pessoas.
                Talvez se dentro de cada personalidade coubesse um tempinho, um espaço para se olhar dentro, percorrer cada pedaçinho de si, muito mudaria, e aí seria hora de (re)inventar...
Vitória Nunes

A DOR DE UMA SOCIEDADE PERDIDA

12:57

(Foto por Jairo Silva)
Era madrugada de domingo (por volta de 1h40), eu estava preparando boletim da Comunidade Presbiteriana e interagindo com algumas pessoas.  Uma amiga diz pelo face: - Pastor, tiros aqui no Jardim Recreio... Muitos tiros... Medo! – Depois ela acrescenta: UM MORREU.
Fiquei angustiado porque bem sabia que algumas pessoas que amo poderiam estar “perdidas” nas ruas do Conde naquela hora.  Logo depois deitei e na cama mesmo orei por elas.
Ao acordar vi que havia uma mensagem no meu celular. Estava informando quem havia falecido. Netinho! Um dos amados. Um moço de pouquíssima idade, uma criança.  A angústia tomou conta de mim, acompanhada de revolta, dor e uma enorme sensação de “estamos perdidos”. As coisas só se intensificaram com o disse-me-disse. Os fatos eram tristes, algumas pessoas haviam entrado no “som” e atirado nos que ali estavam. Vi na internet fotos do local, e, a dor só aumentou.
A tarde fui ao sepultamento de Netinho e vi uma mãe, tios, tias, pai, avós e o irmão pequeno de Netinho chorando, era de doer a alma ver tanto desespero em um pequeno em quem há poucos dias só via sorrisos. Era angustiante ver amigos e familiares ver um adolescente morto de forma tão banal.  
Doeu entrar naquele cemitério e ver dezenas de adolescentes chorando a morte daquele menino. Doeu ver sonhos interrompidos e lágrimas nos olhos de quem passou a duvidar sobre a possibilidade de sonhar. A alma ficou dilacerada com tanta dor, incerteza e medo nos olhares daqueles pequenos.
Mas o que mais doeu foi saber que Netinho não foi o primeiro e não será o último. Ele foi vítima de uma sociedade covarde, corrupta e sem Deus, sem rumo, sem alegria real. Um povo que vira as costas para o outro como se não tivesse “nada com isso”. Ah! Ele usava drogas! A sociedade não perdeu nada. Você pode me dizer. Eu respondo: A SOCIEDADE PERDEU E CONTINUA A CADA DIA PERDENDO SUAS CRIANÇAS, SUA HONRA, DIGNIDADE E AMOR. PERDEU O RESPEITO PELA VIDA.
Esse menino foi vítima de uma tragédia anunciada. Todo mundo sabia que ali “rolava” tudo que não devia. Não conto as vezes que alertei sobre isso. Vi pessoas dizendo, vi pessoas implorando para fecharem aquele local. MAS... NETINHO MORREU e outros oito ou nove (não sei ao certo) estão feridos.
Minha alma está ferida, famílias estão feridas, o Conde está doído. E o que será feito? NADA! O crack, os paredões, a exploração sexual continuarão imperando nessa cidade que tanto amo.  Mas o Conde é apenas o retrato de um país embebido no cálice de um vinho amargo e cruel. É só mais lugar lindo que está perdendo a batalha para um câncer que corrói toda uma gente. E esse câncer não são as drogas, elas juntamente com a prostituição e outras mazelas, são apenas as feridas purulentas. A verdadeira doença é a perda total dos referencias de Deus, família, amor, justiça, retidão e ética.
Os culpados serão presos? NÃO! A grande maioria não estava lá. Eu não estava. Você não estava. Como assim eu e você?  É estou dizendo que somos culpados sim. A sociedade, seus representantes legais, seus líderes religiosos, sua imprensa, enfim, somos todos culpados... Cada um de nós é culpado quando viramos as costas para esse problema que é nosso.  Não puxamos o gatilho, mas ficamos calados, fechamos os olhos, fazemos ouvis “mocos” para “gritos” que clamam por socorro.
                Hoje há indignação e medo nas ruas da cidade, amanhã haverá apenas o medo, depois voltamos a nos acostumar com o cenário até que outras crianças morram de forma tão banal. E assim caminha a humanidade a passos de formiga se vontade, sem vontade de mudar, de amar e de voltar a sonhar!
Que Deus nos abençoe e mude a história!

Caco Pereira


Vontade

17:45
      Nesse paraíso perdido em que me encontro, só faço me achar, e me perder, e perco-me cada vez, numa vontade louca de me auto alimentar de vontades, ideologias antes não vistas, de seres ainda desconhecidos e palavras, e sentidos, sentimentos, desejos e principalmente a loucura de querer ser humano, mas 
       Escondida entre tantos clichês, e vocábulos e a arte de se esconder atrás do pronto, da ciência, em meio a exatidão, me perco e me acho num fascínio imenso do saber e prostar-me a produzir cada vez mais aquilo que de amor é cheio e de habilidade, vontade, ternura. Era como se fosse desabrochar de rosas, o rio invadindo o mar, o saco se esvaziando e jogando fora, colocando tudo em meio a fonemas e letras, e paixão e poesia, e vontade de unir, de fazer junções cada vez mais, e mais, mais, e mais, e mais...
Vitória Nunes

Somos

16:56
     Talvez seja melhor de vez em quando optar pela mudança, pela fechada de brechas ocultas existentes em nós mesmos, talvez até seja melhor deixarmos o vazio que há ser preenchido, ocupado por algo novo que nem mesmo sabemos bem o que é. Só tampar, preencher, ocupar, talvez por que temos a necessidade de sempre descobrir. Descobrir o que falta, descobrir o por que é preciso preencher, descobrir com o que se vai preencher.
     E a vida é feita de curiosos, feita de nós mesmos, feita de verdadeiros descubridores - Sim, descubridores ocultos de verdades às vezes inventadas, inventadas por nós mesmos, descobertas por nós mesmos, criadas e reinventadas por nós mesmos. Somos quem fazemos a nossa felicidade, somos, somos, somos sim, só somos...                 
Vitória Nunes

CAFÉ, PAPO & FATO NAS ONDAS DO RÁDIO

17:22




O rádio sempre foi uma enorme paixão em minha vida. Desde muito pequeno acompanhava com meu avô paterno as transmissões de jogos e jornalísticos em AM. Ainda adolescente percebi que minha vida estaria ligada a esta paixão.
Na universidade, Comunicação Social (Rádio e TV) foi o curso escolhido. Isso devido a grande influência dos anos nas rádios da cidade de Patos. Mas quis Deus, por sua exclusiva vontade e para sua glória, mudar os meus caminhos, distanciando-me do rádio por um bom tempo.
Ao Soberano que mudou os rumos de minha vida, coube trazer-me de volta, e creio que no tempo certo, ESTA GRANDE PAIXÃO. Depois de vários anos terei o privilégio de recomeçar no rádio.

O recomeço será no dia 07/05 (segunda-feira) às 16h na Jacumã FM 87.9. Nesse dia estrearei o CAFÉ, PAPO & FATO. Política, cultura, esportes, fé, diversão e muito mais,  serão acompanhados de música de qualidade em duas horas de um programa que será forte como um bom café e prazeroso  como um papo com os amigos sobre os fatos da vida.
Por isso quero convidar você para nessa segunda-feira às 17h sintonizar seu rádio na 87.9, sentar comigo, tomar um café, bater um delicioso papo sobre os fatos do dia e ouvir uma boa música.
Vamos tomar um café?!



Um abraço!
Caco Pereira

Permita-se

21:50
Você não pode obrigar ninguém a ser feliz com você, nem gostar de tudo o que você gosta. Ninguém pode idealizar um amor, ou pensar que o príncipe encantado um dia virá, ele não vai vir. Você pode até tentar não sofrer, aparentar ser forte, mas lembre-se, é impossível ser sempre feliz.
Ninguém é perfeito para ninguém, você pode se permitir a erros erre, quantas vezes for preciso, isso não te fará menos que ninguém, um dia tudo vai passar, o vento vai levar tudo e você estará forte novamente para errar e acertar também.
Possível mesmo é se permitir correr riscos, ninguém pode viver em plena segurança, por mais que você caia isso não vai te fazer um derrotado; às vezes a gente tem medo e esse medo é que nos faz ser mais fracos. Curta sua solidão, curta seus momentos a dois, a três, a cinco, a mil.
Não caia na besteira de pensar que acabou.
Não acabou, está começando agora. 
O ano está apenas começando.
Dennison Lucas Vasconcelos.

Não precisamos de um novo ano, precisamos de um novo eu

10:46


"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente".  Carlos Drummond de Andrade
Acreditar. Eis ai a palavra. Será que muitas vezes acreditamos demais que tudo seria diferente e não fizemos por onde a diferença acontecer? É preciso que deixemos essa ideia de apenas acreditar, por que a mudança de um ano para o outro tem que acontecer dentro de cada um de nós, não é mágica! Precisamos desconfiar do destino e acreditar em nós mesmos.
Mudar! É preciso modificar o que há errado em cada um de nós. Somos humanos sim, humanos demais pra entender que um ano vai embora e o outro que torna, só será um novo ano se nós mesmos deixarmos de renovar aquilo que não valeu a pena.
Por isso, não precisamos de um novo ano, mas sim de uma nova pessoa, de um novo eu, que saiba acreditar em si mesmo e desconfiar do destino. “Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando. Porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive, já morreu.” Luis Fernando Veríssimo
Vitória Nunes

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